E quando a mente encontra a culpa, ela começa a construir labirintos silenciosos — lugares onde o tempo parece parar e as memórias ecoam sem descanso.
Olá meus amores, tudo bem com vocês? Estamos no set de “Sentimentos de uma Velha Vida”, O roteiro foi escrito por Cristiano Omega, está sendo dirigido por Vinicius di Castro e Fillipe Coelho e produzido pela Glee Produções, uma produtora mineira que vem se destacando pela sensibilidade narrativa e pela forma como transforma histórias humanas em experiências cinematográficas profundas. Vinicius chega a este projeto com a maturidade de quem entende que o cinema, quando bem feito, não apenas entretém — ele cura.

A produtora já conquistou reconhecimento internacional com filmes como Um Amigo na Noite e Os Pedais de Pedro. Este último, inclusive, conquistou o 3º lugar em curta-metragem no Festival de Cannes 2026, além de premiações em festivais como Faro e New Jersey.
Mas o que presenciamos aqui vai muito além de um simples making of.
“Sentimentos de uma Velha Vida” mergulha profundamente no território psicológico onde memória, dor e esperança se encontram. Um espaço delicado da mente humana onde o passado insiste em permanecer — e onde, às vezes, a única saída possível é atravessar o próprio sentimento.
Ali, entre refletores e claquetes, testemunhamos cenas que retratam aquela fase silenciosa que poucos filmes ousam mostrar: o personagem acorda no mesmo horário todas as noites, preso num ciclo de autorresponsabilização que o impede de recomeçar. Aos poucos, a culpa se torna tão pesada que ele simplesmente não consegue mais se socializar — porque se sente indigno de afeto, incapaz de ocupar espaços de alegria. A mente humana tem dessas armadilhas: se apega a detalhes, repete padrões, se autoflagela sem piedade. É o corpo gritando o que a boca não consegue dizer.
Vinicius di Castro constrói cada cena com a delicadeza de quem ama o que faz e a profundidade de quem estuda o que entrega. Dá pra perceber que ele não apenas dirige atores — ele conduz atores, cuidando de cada ferida exposta com respeito e sensibilidade. O roteiro passeia pelas etapas cognitivas do luto com uma precisão quase terapêutica: a negação que paralisa, a raiva que isola, a barganha que só existe na nossa cabeça, a tristeza que pesa o corpo e, finalmente, a aceitação que liberta.

“O cinema é a ponte que liga a solidão da dor ao abraço da compreensão.”
Entre luzes, câmeras e silêncios que dizem mais do que palavras, acompanhamos o nascimento de uma história que revela algo poderoso: o cinema também pode ser um lugar de cura. Porque o luto, meus amores, não é uma doença. É uma resposta biológica, psicológica e social à perda. Mas quando a dor trava a vida, quando a pessoa fica presa na culpa ou na ruminação eterna, a arte pode ser esse colo que acolhe — e o cinema, quando bem feito, vê a gente por inteiro.
“Sentimentos de uma Velha Vida” não é só um filme. É um convite para a gente entender que recomeçar é possível, mesmo quando a gente acha que não merece. Uma obra construída com amor, pesquisa e sensibilidade — um verdadeiro curta-metragem emocionante que vai tocar seu coração e ficar morando dentro de você.
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É como se a mente tentasse congelar o tempo.
E é exatamente nesse ponto que Sentimentos de uma Velha Vida toca o espectador: na delicada travessia entre culpa, memória e a possibilidade de cura.
O cinema, nesse caso, assume também um papel terapêutico. Ele abre espaço para que emoções difíceis possam ser vistas, compreendidas e, quem sabe, transformadas.
Porque algumas histórias não existem apenas para entreter…
elas existem para curar partes invisíveis da alma humana.
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Ainda temos muitas histórias incríveis para compartilhar com vocês.



